EM DEFESA DA CONSTRUÇÃO DO PROGRAMA DA
CORRENTE PROLETÁRIA ESTUDANTIL
PARA O DCE DA UNIR
A
Corrente Proletária Estudantil (CPE) é uma corrente Trotskista orientada pelo
Programa do Partido Operário Revolucionário. Atua no seio do movimento
estudantil objetivando formar a vanguarda militante para elevar a consciência
política dos estudantes e da juventude em geral na construção do Programa Estudantil
nesta frente.
Todas
as demais correntes são orientadas igualmente por programas partidários, porém
com uma particularidade quanto à defesa do legalismo e eleitoralismo, tenhamos
ou não esta compreensão. Os coletivos que se reivindicam de “Independentes” se
aproveitam do oportunismo para enganar os estudantes, com influências que se
convertem em perigoso câncer que corroem a consciência da juventude levando-os
ao atraso de se perderem em ações que beneficiam à direta (burguesia),
destruidora do ensino publico.
No seio do movimento estudantil da
Universidade Federal de Rondônia tem se expressado orientações dos seguintes
partidos políticos eleitoreiros de vertentes maoístas, corrente nascida das
entranhas do PCdoB, stalinistas - eleitoreiros do PCdoB e reformistas: PT, e P-SOL.
A direita representada pela militância do PMDB e PSDB, etc. e vertente
anarquista que reivindica de independente de cunho libertário.
Construir
um programa de luta no interior do movimento estudantil
Diante das Correntes reformistas,
stalinistas, maoístas e de direita, defendemos que a escola se assenta numa
realidade econômica e social de capitalismo atrasado que combina relações de
produção mais avançadas expressas pela alta tecnologia. As diferenças
econômicas regionais de desenvolvimento desigual e combinado de capitalismo
adiantado nas regiões Sul e Sudeste e atrasados nas demais regiões se refletem
na educação.
No capitalismo em crise o governo dos países
semicoloniais como o Brasil, tem se revelado incapazes de cumprir tarefas democráticas
como resolver problemas pendentes de atendimento à saúde, trabalho e educação
com um sistema único de ensino público, gratuito, laico, autônomo e vinculado à
produção social com expropriação da rede privada, tarefa que só se consolidará
com o programa proletário de construção da revolução social que com o
socialismo trará o novo homem e a nova escola. Ao invés disso governo PT
intensifica o projeto de mercantilização do ensino com o estabelecimento do
ProUni e Reune.
Para mudar a escola é preciso mudar as
relações de exploração de uma minoria sobre a maioria que trabalha. A luta por
esta mudança depende de um programa proletário sintetizado pela CPE em defesa
da:
1)
Autonomia
universitária frente ao estado capitalista, financiamento público sob o
controle de quem estuda e trabalha;
2)
Democracia
universitária. Implantar o poder soberano dos Congressos e assembléias
universitárias. Instituir o voto universal (governo tripartite formado por
estudantes, funcionários e professores);
3)
Liberdade
política. A mais completa liberdade na manifestação de ideias das diversas
tendências políticas no interior do movimento – em suas assembléias etc. com o
propósito de defender uma direção das lutas estudantis que seja capaz de
respeitar as deliberações votadas nas assembleias massivas como dever e direito
soberano para ganhar a devida credibilidade que as lutas em defesa da maioria
estudantil merece fortalecer;
4)
Impulsionar
constantes agitações e propagandas em torno dos problemas que afligem os
estudantes e a juventude, tendo como orientação os métodos de ação direta e a
democracia das massas (bloqueios, greves, ocupações, manifestações de rua,
saques etc.)
Viva o movimento
estudantil que respeita as diversas correntes de pensamento que existem no meio
da luta e acata as decisões das assembleias universitárias!
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