quarta-feira, 28 de dezembro de 2011


EM DEFESA DA CONSTRUÇÃO DO PROGRAMA DA CORRENTE PROLETÁRIA ESTUDANTIL PARA O DCE DA UNIR
    A Corrente Proletária Estudantil (CPE) é uma corrente Trotskista orientada pelo Programa do Partido Operário Revolucionário. Atua no seio do movimento estudantil objetivando formar a vanguarda militante para elevar a consciência política dos estudantes e da juventude em geral na construção do Programa Estudantil nesta frente.
 Todas as demais correntes são orientadas igualmente por programas partidários, porém com uma particularidade quanto à defesa do legalismo e eleitoralismo, tenhamos ou não esta compreensão. Os coletivos que se reivindicam de “Independentes” se aproveitam do oportunismo para enganar os estudantes, com influências que se convertem em perigoso câncer que corroem a consciência da juventude levando-os ao atraso de se perderem em ações que beneficiam à direta (burguesia), destruidora do ensino publico.
No seio do movimento estudantil da Universidade Federal de Rondônia tem se expressado orientações dos seguintes partidos políticos eleitoreiros de vertentes maoístas, corrente nascida das entranhas do PCdoB, stalinistas - eleitoreiros do PCdoB e reformistas: PT, e P-SOL. A direita representada pela militância do PMDB e PSDB, etc. e vertente anarquista que reivindica de independente de cunho libertário.

Construir um programa de luta no interior do movimento estudantil
    Diante das Correntes reformistas, stalinistas, maoístas e de direita, defendemos que a escola se assenta numa realidade econômica e social de capitalismo atrasado que combina relações de produção mais avançadas expressas pela alta tecnologia. As diferenças econômicas regionais de desenvolvimento desigual e combinado de capitalismo adiantado nas regiões Sul e Sudeste e atrasados nas demais regiões se refletem na educação.
No capitalismo em crise o governo dos países semicoloniais como o Brasil, tem se revelado incapazes de cumprir tarefas democráticas como resolver problemas pendentes de atendimento à saúde, trabalho e educação com um sistema único de ensino público, gratuito, laico, autônomo e vinculado à produção social com expropriação da rede privada, tarefa que só se consolidará com o programa proletário de construção da revolução social que com o socialismo trará o novo homem e a nova escola. Ao invés disso governo PT intensifica o projeto de mercantilização do ensino com o estabelecimento do ProUni e Reune.
Para mudar a escola é preciso mudar as relações de exploração de uma minoria sobre a maioria que trabalha. A luta por esta mudança depende de um programa proletário sintetizado pela CPE em defesa da:
1)  Autonomia universitária frente ao estado capitalista, financiamento público sob o controle de quem estuda e trabalha;
2)     Democracia universitária. Implantar o poder soberano dos Congressos e assembléias universitárias. Instituir o voto universal (governo tripartite formado por estudantes, funcionários e professores);
3)    Liberdade política. A mais completa liberdade na manifestação de ideias das diversas tendências políticas no interior do movimento – em suas assembléias etc. com o propósito de defender uma direção das lutas estudantis que seja capaz de respeitar as deliberações votadas nas assembleias massivas como dever e direito soberano para ganhar a devida credibilidade que as lutas em defesa da maioria estudantil merece fortalecer;
4)    Impulsionar constantes agitações e propagandas em torno dos problemas que afligem os estudantes e a juventude, tendo como orientação os métodos de ação direta e a democracia das massas (bloqueios, greves, ocupações, manifestações de rua, saques etc.)
Viva o movimento estudantil que respeita as diversas correntes de pensamento que existem no meio da luta e acata as decisões das assembleias universitárias!




 http://correnteproletariadaeducacao.blogspot.com/

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

                                                         Leon Trotsky

quinta-feira, 10 de novembro de 2011



MASSAS - Em Defesa da Revolução e Ditadura Proletárias


            A Corrente Proletária da Educação (CPE), desde o início do ano, tentou organizar uma chapa de oposição, aproveitando o descontamento dos trabalhadores da educação e simpatizantes do programa da CPE. Por isso, é um processo que depende da evolução política dos trabalhadores e, portanto, não se improvisa.
Não há diferença entre as duas chapas concorrentes. Por isso nem chapa 1 nem chapa 2.
A chapa 1, lideram militantes do PT.
A chapa 2, militantes do PCdoB, que é base a aliada do mesmo. A  disputa é puramente burocrática.

          Está aí por que os trabalhadores da educação não poderão se ludibriar com a idéia de que há duas chapas concorrendo às eleições. Ambas tem a mesma política de apóio aos governos federal, estadual e municipal.
Por isso chamamos aos trabalhadores da educação a se posicionar pelas reivindicações vitais, entre elas o emprego, o salário, a estabilidade e os direitos trabalhistas. O Voto Nulo expressa, nestas circunstâncias, a luta dos trabalhadores para impor um sindicato como organismo de defesa da vida dos trabalhadores e de combate aos burocratas que se venderam à política dos exploradores.

Participe de nossas reuniões - massascpe@yahoo.com


sábado, 29 de outubro de 2011

Manifesto da Corrente Proletária da Educação


NESSAS ELEIÇÕES DO SINTERO, NEM CHAPA 1 NEM CHAPA 2



A Corrente Proletária da Educação (CPE), desde o início do ano, tentou organizar uma chapa de oposição, aproveitando o descontamento dos trabalhadores da educação e simpatizantes do programa da CPE, para concorrer às eleições do Sindicato dos Trabalhadores da Educação – Sintero. Porém, o trabalho de constituição de uma chapa oposicionista depende da compreensão do programa de combate à burocracia sindical, de defesa dos princípios da democracia sindical e de luta pelas reivindicações vitais dos explorados. Por isso, é um processo que depende da evolução política dos trabalhadores e, portanto, não se improvisa. Por outro lado, não pode ser interrompido pelo calendário das eleições. 
O que é importante é o fato dessa vanguarda, que despontou das lutas, continuar firme no propósito de se constituir de uma oposição aos burocratas do PT e do PCdoB. Essa militância que se aproximou da Corrente Proletária está disposta a realizar o trabalho nas assembleias, nos congressos, nas conferências e demais eventos promovidos pelo sindicato. Nestes eventos, temos defendido que o sindicato é um instrumento de luta e tem de ter em sua direção os “melhores combatentes”. Acentuamos que quem está com o governo, não pode defender as reivindicações dos trabalhadores. Como é o caso, do PT e do PCdoB que por ora aparecem divididos em torno das eleições sindicais.
Não há diferença entre as duas chapas concorrentes.

As eleições para o próximo triênio acontecerão no dia 03 de novembro. Duas chapas estão em disputas:

A chapa 1 – “Renovação com Responsabilidade”. É encabeçada por membros da atual diretoria, que majoritariamente são militantes do PT e da CUT. Pretendem continuar no comando do sindicato. Os componentes só mudaram de lugar.
A chapa 2 – “SINTERO Livre”. Reivindica como chapa de oposição. É apoiada pela CTB e PCdoB. Trata-se de uma chapa que não se diferencia, na sua essência, da chapa do PT. O PCdoB compõe o governo Dilma. Apoia a política educacional do Ministério da Educação (a exemplo do PNE) e, recentemente, teve seu ministro dos esportes envolvido por denúncias de corrupção. A disputa entre chapa 1 e 2 é puramente burocrática, ou seja, quem ficará no controle do sindicato. Isso por que a política será a mesma: a da conciliação de classe.
Está aí por que os trabalhadores da educação não poderão se ludibriar com a ideia de que há duas chapas concorrendo às eleições. Uma da situação e outra da oposição. Isso é falso. O que há é uma só política nessas eleições. Tanto a chapa 1, quanto a chapa 2, apóiam o governo, fazem parte de seu ministério e usam os sindicatos para anular a disposição de luta dos explorados. São chapas que impulsionaram e impulsionam a estatização dos sindicatos. São chapas que se submetem à lei anti-greve, quem impõem punição às greves, multam os sindicatos e impedem o livre direito de manifestação dos trabalhadores. São chapas que até há pouco tempo faziam parte da mesma Central - a CUT. E que a divisão criada pelo PCdoB, constituindo a CTB, foi unicamente para se aproveitar da legalização das centrais e do imposto sindical. Portanto, nada tem a ver com diferenças de posições políticas, embora uma chapa seja do PT (reformista) e a outra do PCdoB (estalinista).

Objetivos dos burocratas da chapa 1 e da chapa 2
É do conhecimento dos trabalhadores em educação que os burocratas dirigentes do sindicato durante mais de vinte anos se utilizam da entidade como trampolim eleitoral. Chamam a base para a farsa das eleições, indicando que lá no parlamento serão “representantes” da categoria. O papel que não cumpriram no campo da luta de classes, prometem cumprir no campo do Estado burguês elegendo prefeitos, governadores, presidentes e parlamentares. Fazem promessas de toda natureza para iludir os explorados.
Assim, os sindicatos passam a ser o ponta pé inicial para o carreirismo parlamentar dos burocratas. Saber manejar os sindicatos com destreza, saber aplicar a conciliação de classes e ganhar o apoio de uma parcela dos trabalhadores, é fundamental para galgar os postos no Estado. 
Não por acaso, o que temos visto nesses 22 anos é a transformação do sindicato em trampolim eleitoral para os candidatos e para os partidos coligados. Comparecem como cabos eleitorais, na caça de votos e empregos para parentes e amigos da diretoria (o nepotismo sindical). Os sindicato foram transformados em empresas, cujas lideranças só pensam em criar sede social (clubes de lazer) e alojamentos, que alugam ao público e, em circunstâncias especiais aos filiados.
Portanto, agem no sentido oposto aos objetivos de um sindicato. O sindicato foi criado para defender os direitos dos trabalhadores frente à exploração dos patrões e de toda opressão da classe capitalista.

Posição da Corrente Proletária - VOTO NULO, por um sindicato democrático
Nessas eleições, a Corrente Proletária não pôde lançar uma chapa de Oposição, sob a base do programa e do método da ação direta. Por isso, está obrigada a defender o VOTO NULO, que se expressa na luta pela constituição de uma oposição classista e de combate às burocracias das chapas 1 e 2, na defesa da construção de um sindicato de luta de classes, que coloque de pé a vontade da base filiada, que respeite a livre expressão das diversas correntes políticas, que se preocupe com fundos de reserva para as greves e que seja de enfrentamento aos projetos privatistas da educação e aos ataques à vida dos trabalhadores da educação pelo governo Confúcio/PMDB e pelo prefeito Roberto sobrinho/PT. As reivindicações da base representam a lei suprema, a qual a direção sindical deve subordinar-se. Esta não pode atuar a seu bel-prazer e sim tomar decisões mediante votações em assembléias massivas da categoria. Portanto, deve respeitar a soberania das assembleias.
Nesse sentido, chamamos a vanguarda que se desponta nas lutas a fazer parte da constituição desse pólo classista. Portanto, a constituir a Corrente Proletária pela independência política e organizativa do sindicato frente aos governos. Chamamos a militância a votar nulo, mas defendendo o programa de transformação social, de luta contra o capitalismo, que explora e oprime a maioria dos trabalhadores. Chamamos a se posicionar pelas reivindicações vitais, entre elas o emprego, o salário, a estabilidade e os direitos trabalhistas. O Voto Nulo expressa, nestas circunstâncias, a luta dos trabalhadores para impor um sindicato como organismo de defesa da vida dos explorados e de combate aos burocratas que se venderam à política dos exploradores.


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MILITE NA CORRENTE PROLETÁRIA DA EDUCAÇÃO